

Condução: Cleicí Patauá
Um silêncio fértil e cuidado regenerador.
Um chamado para lembrar que somos terra. Que somos floresta.
Guiadas pela cosmovisão das mulheres do Rio Unini, onde o território ensina.

Vivemos em uma ruptura. Entre a humanidade e a natureza. Entre liderança e presença. Entre sucesso e pertencimento.
Esta imersão nasceu para mulheres que desejam alinhar impacto, consciência e território real. Não é turismo. Não é um retiro performático. É uma travessia.
Uma jornada onde a floresta se torna mestra, onde mulheres indígenas e ribeirinhas espelham a sabedoria ancestral, e onde líderes urbanas lembram o que o corpo sempre soube.
Empreendedoras, executivas, fundadoras navegando por transições estratégicas ou expansão.
Aquelas que desejam desacelerar para decidir melhor, valorizando profundidade e ética reais.
Mulheres que valorizam legitimidade e conexão territorial autêntica
Você será recebida por mulheres que vivem da floresta em pé, se organizam em cooperativa, sustentam uma economia regenerativa e defendem o território com autonomia.
As mulheres deste território não são referências externas, mas espelhos. Elas ensinam através da presença, não da performance. Através do ritmo, não da pressa.
Você não visita a Amazônia. Você entra em relacionamento com ela.

Estabelecida
Unidade de Conservação Federal

Ao nascer do sol, um chamado para reconectar corpo, território e propósito. Prática de respiração cíclica e movimento consciente, inspirada no ritmo da terra e no fluxo das águas. Aromas, ervas, respiração e gestos simples conduzem à limpeza sutil, ao silêncio interior e à reconexão com o essencial.

Gesto ancestral de irmandade e cuidado entre mulheres. Através do toque respeitoso e da presença silenciosa, o corpo desacelera, o vínculo se fortalece e o cuidado se transforma em memória viva

Roda de escuta e cuidado coletivo. Um espaço de partilha, presença e acolhimento entre mulheres, onde a escuta cria vínculo e o cuidado se transforma em força coletiva.

Caminhadas sensíveis, contemplação e atenção plena, onde o corpo aprende a escutar o território e a floresta se torna mestra do tempo.

Da respiração ao movimento. Rituais que abrem caminhos, integram vivências e aprofundam a reconexão com a floresta, dentro e fora. Movimento e dança leve com práticas intuitivas, guiadas pelo ritmo da terra para soltar tensões, liberar o corpo e restaurar o fluxo vital.

Contato direto com a terra para integrar corpo, emoção e memória. Criar com as mãos como forma de escuta, expressão e enraizamento.

Desacelere para estar presente. Um convite ao silêncio, para diminuir o ritmo e atravessar o limiar entre o tempo da cidade e o tempo da floresta. Aqui, o corpo começa a liberar o controle.

Sinta para lembrar. Aprendemos a ouvir o corpo, a floresta. As mulheres do território se tornam espelhos. O ritmo desacelera, a presença se aprofunda.

Reconheça para curar. Quando dois rios se encontram, nenhum deixa de ser quem é. O encontro entre a mulher urbana e a mulher ancestral. Onde o cuidado é coletivo.

Habite o tempo com calma e verdade. A foz não é o fim. É onde o rio encontra o mundo. O retorno acontece com enraizamento, clareza e compromisso.

Criadora do movimento ReflorestaMente que conecta mulheres à ancestralidade amazônica para fortalecer presença, liderança e propósito.
Através de vivências urbanas, retiros e imersões amazônicas, ela transforma o bem-estar em experiência vivida, unindo floresta, consciência e impacto real.
Advogada, especialista em ESG e Sustentabilidade Corporativa pela FGV. Colunista da CBN Amazônia, palestrante e consultora estratégica que conecta grandes marcas e instituições globais a comunidades tradicionais através de contratos justos e impacto real.
Representante dos povos da floresta em grandes fóruns no Brasil e no mundo.
Veio em um momento em que eu precisava muito. Ter trocado com mulheres tão potentes e especiais me deram uma força enorme e muita inspiração. Que esse projeto possa iluminar e reflorestar muitas outras mentes!
Daniele Godoy ESG | Gênero e Direitos HumanosO que ficou para mim depois do ReflorestaMente foi o verdadeiro sentido do autocuidado. A Cleici nos faz lembrar desses pequenos rituais que nos reconectam, esteja você na cidade ou na floresta. Um cuidado que começa de dentro para fora.
Estela Spinelli Especialista em Liderança e RH








Mulheres Indígenas e Ribeirinhas que guardam o território, vivem da floresta em pé e sustentam economia regenerativa real.
Conduz práticas que desaceleram profundamente o corpo, reorganizam energia e foco e restauram presença e clareza.
Sua participação:
• Gera renda direta para mulheres da comunidade
• Fortalece autonomia feminina no território
• Sustenta a floresta em pé
• Contribui para cadeias éticas e regenerativas.
Além da valorização dos sabedores e mão de obra local.
O lucro é repartido em 60% para COOMARU & Comunidade e 40% ReflorestaMente.
Mais que uma jornada, essa escolha fortalece quem vive aqui. Cada etapa gera renda local, dignidade e desenvolvimento para as comunidades amazônicas.
O movimento engaja cerca de 100 mulheres do território gerando renda local, pertencimento e valorização do modo de vida local e da ancestralidade Amazônica.
Você conhecerá negócios comunitários reais.
Da fábrica de beneficiamento da castanha-do-brasil à Oficina de panela de barro. Organizadas por mulheres. Baseadas em floresta viva.

Viagem a bordo de um barco hotel regional bem equipado e com conforto essencial. Uma contratação local que cuida de cada detalhe para você viver a Amazônia com segurança, conforto e impacto real.
Mais do que uma jornada, esta escolha fortalece quem vive aqui.
Cada etapa da experiência gera renda local, dignidade e desenvolvimento para as comunidades amazônicas.

“ReflorestaMente não termina aqui: segue como semente viva em cada mulher. Porque quando nos reflorestamos por dentro, o futuro floresce.”

O ReflorestaMente me trouxe ainda mais para dentro de mim. A forma como a Cleici conduz tudo, com tanta maestria faz a gente caminhar por territórios profundos. Eu realmente me transportei, não apenas me reflorestei, mas me senti parte da floresta
Catarina Pierangeli Jornalista